Enquanto eu lia Essencialismo: menos excessos, mais sentido
Enquanto eu lia Essencialismo, uma ideia ficou martelando na minha cabeça: nem tudo que é importante precisa ser urgente — e nem tudo que é urgente merece nossa energia.
Este post não é uma resenha técnica. É uma conversa sincera sobre o que esse livro me fez pensar e por que ele pode ser uma boa leitura para quem sente que vive sempre correndo, fazendo muito e aproveitando pouco.
Sobre o livro Essencialismo
Essencialismo: A disciplinada busca por menos, de Greg McKeown, fala sobre aprender a dizer não para o que é excesso e sim para o que realmente importa.
Não é um livro sobre fazer tudo melhor. É sobre fazer menos — com mais intenção.
O que mais me marcou na leitura
Enquanto eu lia, percebi o quanto estamos acostumados a aceitar tudo: tarefas, pedidos, compromissos, expectativas. O livro provoca uma pergunta simples (e desconfortável):
Isso é realmente essencial agora?
Essa pergunta muda muita coisa. Ela ajuda a organizar a mente, o tempo e até as emoções. Não por mágica, mas por escolha consciente.
Para quem esse livro é ideal
Eu indicaria Essencialismo para você que:
Sente que vive ocupada o tempo todo
Tem dificuldade em dizer não
Quer mais clareza nas decisões
Está buscando organização mental e emocional
Quer começar a ler livros de crescimento pessoal
A leitura é clara, direta e não exige conhecimento prévio.
Uma ideia do livro para levar para a vida
Uma das ideias centrais do livro é criar espaço.
Espaço na agenda.
Espaço na mente.
Espaço para o que realmente importa.
Enquanto eu lia, entendi que viver com menos não é perder — é escolher melhor.
Vale a pena ler Essencialismo?
Na minha experiência, sim. Especialmente se você sente que precisa desacelerar sem parar a vida.
É um livro para ser lido com calma, aos poucos, refletindo entre um capítulo e outro.
Se você já leu esse livro, me conta: qual ideia mais ficou com você?
E se ainda não leu, talvez esse seja um bom começo.
Com carinho,
Clau
Enquanto Lê

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